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Americana avança na edição 2026 do Índice de Progresso Social

Publicada em 20 de Maio de 2026 às 14h58
Americana avança na edição 2026 do Índice de Progresso Social

Americana avança na edição 2026 do Índice de Progresso Social

Americana obteve nota 69,21 no Índice de Progresso Social (IPS) de 2026, índice maior do que o obtido no ano passado, quando a cidade conseguiu a nota 68,18. O aumento significa que a cidade melhorou em vários aspectos de políticas voltadas para qualidade de vida da população.

O IPS é medido pelo Imazon (Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia) com base no cruzamento de 57 indicadores sociais e ambientais de instituições públicas como DataSUS, IBGE, Inep, MapBiomas, Anatel, Cadastro Único e Conselho Nacional de Justiça.

O índice é uma medida que avalia o bem-estar social e ambiental das regiões, considerando aspectos como saúde, educação e qualidade de vida. A plataforma permite comparar o progresso social entre diferentes municípios e monitorar as mudanças ao longo do tempo.

A nota 69,21 coloca Americana em destaque em vários recortes geográficos: 1º lugar na microrregião que engloba as cidades de Santa Bárbara d’Oeste e Nova Odessa; 2ª colocação na Região do Polo Têxtil (RPT), que reúne cinco municípios; e 5º lugar entre as 20 cidades da Região Metropolitana de Campinas (RMC).

"Ficamos muito contentes em mais uma vez obter uma excelente nota, que comprova o resultado do nosso trabalho. Nosso objetivo é sempre avançar, oferecendo à população de Americana os melhores serviços, sempre cuidando principalmente de quem mais precisa. É mais um índice que mostra que Americana é feliz de verdade", disse o prefeito Chico Sardelli.

"Desenvolvemos políticas públicas bem estruturadas e com bastante efetividade. E isso se reflete em excelentes conceitos em estudos de vários institutos. A gestão Chico Sardelli tem demonstrado grande sensibilidade em atender às demandas e anseios da população", afirmou o secretário de Planejamento, Diego de Barros Guidolin.

O levantamento não é baseado em avaliações quantitativas, como o número de escolas, hospitais ou outros equipamentos públicos. Mas leva em conta a efetividade dos serviços prestados em unidades básicas de saúde, em aprendizagem, saneamento, segurança e oportunidades de trabalho e de estudos. As cidades recebem uma nota de 0 a 100.

Os indicadores abrangem três perguntas diferentes sobre a vida em cada cidade:

- Necessidades humanas básicas: nutrição e cuidados médicos básicos, água e saneamento, moradia e segurança pessoal, cobertura vacinal, mortalidade infantil, esgotamento sanitário, qualidade dos domicílios e taxas de homicídio.

- Fundamentos do bem-estar: mede conhecimento básico (Ideb, abandono e evasão escolar), acesso à informação e comunicação (cobertura de internet e telefonia), à saúde e bem-estar (expectativa de vida, obesidade, suicídios, doenças crônicas) e à qualidade do meio ambiente (áreas verdes, emissões de CO2, desmatamento, focos de calor).

- Oportunidades: direitos individuais (acesso à Justiça e a programas de direitos humanos), liberdades individuais e de escolha (acesso à cultura e ao esporte, gravidez na adolescência), inclusão social (paridade de gênero e raça nas câmaras, violência contra mulheres, indígenas e negros) e acesso à educação superior.



Texto: Pedro Roberto da Silva (MTb:24.215)